Home / Empresa / História Ultraleves
Ciro Queiroz
Diretor e Piloto da StarFlight
25 anos de experiência no mercado aeronáutico.
Após quatro anos de projeto nasce uma nova estrela na Starflight, o Fox V7. Esta aeronave foi desenvolvida para atender a crescente necessidade dos clientes por um equipamento seguro, veloz, confortável, espaçoso com grande alcance de vôo, permitindo assim a sua utilização em viagens médias e longas. O V7, construído sobre uma estrutura tubular em alumínio aeronáutico, fibra de vidro laminado com resina de alta resistência, asas e empenagem da cauda em chapa de alumínio aeronáutico 2024T3 fixadas com rebites sólidos. Fox NewStar V7
Em 1998 nasceu a Starflight Indústria Aeronautica Ltda. Para comemorar essa mudança, a empresa iniciou um novo projeto, o Fox Vector V6, desenvolvido pelo Ciro e lançado em 2001. Este modelo inovador foi projetado com a mais moderna tecnologia disponível para a fabricação de ultraleves, apresentando um excelente desempenho, segurança superior e acabamento refinado. O Fox Vector V6 acabou se tornando a melhor opção para pilotos que desejam voar em um ultraleve que se comporta como uma pequena aeronave sem os custos envolvidos na aquisição de um equipamento avançado.
O surgimento do Fox V5 Super veio após um upgrade no Fox V5 Advanced em 2003.
As mudanças tecnológicas desenvolvidas para o Fox V5 Advanced foram tão inovadoras que não demorou muito para que a Vector as incluísse no antigo Fox V4. As mudanças eram tão radicais e melhoraram de tal forma o desempenho de vôo da antiga aeronave que se criou um novo e arrojado produto batizado de Fox V5 Tandem, lançado em 1995.
Após a conclusão do projeto do Fox4, Hans identificou a necessidade de uma aeronave mais social onde piloto e passageiro ficassem lado a lado, começou assim o desenvolvimento em conjunto com Ciro Queiroz, um jovem funcionário, que já na época compartilhava da mesma paixão e motivava o suíço na sua busca por produtos inovadores. Essa parceria deu tão certo que, em 1993, eles lançaram o Fox V5 Advanced . O primeiro “side by side” da empresa que conquistou rapidamente seu espaço no mercado graças a sua simplicidade de comando, design arrojado e conforto, tornando-o mais um sucesso de vendas da Vector.
No mesmo período do Fox III, foi lançado oficialmente no clube CEU, depois de mais de 1 ano de testes realizados no Brasil e no exterior, o Fox V4. Seu lançamento teve destaque nos principais meios de comunicação da época. Com um lançamento consagrador, ele rapidamente se tornou mais um sucesso de vendas da Vector, atingindo a marca de 50 unidades vendidas em pouco mais de três meses. Com diversas inovações técnicas e operacionais ele não só conquistou os pilotos novatos, como também os mais experientes.
Já em 1992, Hans começou a desenvolver o Fox Cargo que teoricamente seria o Fox III, uma aeronave projetada para transporte de carga, vôos panorâmicos, propaganda e vôos de observação. Esse trator dos céus seria equipado com o motor Rotax 912 mas que acabou se tornando um projeto inviável comercialmente devido ao alto preço da motorização na época.
Com a experiência adquirida do primeiro modelo Fox I, foi desenvolvido o Fox II uma aeronave projetada especificamente para atender o mercado nacional. O Foquinho, como é carinhosamente chamado até hoje, tornou-se rapidamente um sucesso de vendas em todo o Brasil, obtendo a espetacular marca de mais de 300 aeronaves vendidas nos seus 4 primeiros anos. Graças à docilidade do seu comportamento aerodinâmico, fácil comando é considerado, até hoje por muitos instrutores, como a melhor aeronave de instrução do Brasil.
No inicio dos anos 80, mais precisamente em 1983, um grupo de amigos fundou a Vector Ultralight, uma empresa que nasceu da paixão e do prazer em voar. A Vector rapidamente conquistou os céus do Brasil com um projeto inovador de Hans Gygax, um suíço formado em arquitetura, contudo, apaixonado pela aviação. Esse projeto inovador era o Fox I ou Fox Mono como ficou conhecido, uma aeronave monoplace muito suave e econômica, porém, um pouco lenta. O Fox Mono não chegou a ser um sucesso comercial, teve pouco mais de 20 unidades vendidas mas foi extremamente importante para que o Hans e a Vector sentissem a resposta do mercado emergente da aviação leve no Brasil.